Em resumo: quais são as tendências de casamento para 2027?
2027 marca o fim do terracota e o regresso do branco. Depois de cinco anos de paletas quentes e de boémio saturado, a direção anunciada pelos prescritores do setor é outra: brancos e tons crus, prata, pastéis esbatidos, mediterrânico. Mas há uma diferença entre o que a imprensa anuncia e o que os casais reservam realmente — na Planners, os temas mais declarados para 2026-2027 continuam a ser o campestre e o boémio. As tendências de fundo, as que mexem mesmo, não são cores: são formatos de receção mais pequenos, mais curtos e com o dinheiro melhor aplicado.
Cores: o Cloud Dancer, o branco leitoso eleito cor Pantone de 2026, atravessa toda a estação; a prata substitui o dourado; pastéis esbatidos e azuis mediterrânicos instalam-se.
Temas: mediterrânico, Regency/Bridgerton, minimalismo natural — mas o campestre e o boémio continuam a dominar os pedidos reais.
Cenografia: mesas em serpentina, cerimónia em círculo, color drenching.
Tendência de fundo: metade dos casais (51%, n = 743) prevê 50 a 100 convidados e apenas 3% ultrapassam as 200 pessoas.
Orçamento de cenografia: 1 650 a 4 650 €, média de 2 500 € (estudo Planners.fr 2024, n = 25 — indicativo).
737 wedding planners em atividade estão referenciados na Planners para traduzir uma tendência sem cair no casamento de catálogo.
Todos os outonos, os mesmos artigos anunciam as mesmas tendências: uma paleta Pantone, três temas emprestados de uma série de televisão e muitas fotografias de moodboards que não correspondem a casamento real nenhum. O problema não é esses artigos serem falsos — as cores anunciadas acabam muitas vezes por chegar. É que descrevem a oferta dos prescritores, nunca a procura dos casais.
Cruzámos, por isso, as duas coisas: o que a imprensa especializada e os criadores anunciam para 2027 e o que os casais declaram querer realmente ao registarem o seu projeto na Planners. A diferença é instrutiva.
Em resumo: quanto custa alugar um espaço para casamento?
De 100 € por um salão de festas municipal a 15 000 € por um palácio na região de Paris: nenhum «intervalo nacional» faz sentido nesta rubrica. O que faz sentido é a parte do orçamento que o espaço deve ocupar — consideramos 15 a 20% do total apenas para o aluguer — e a lista daquilo que o preço anunciado não inclui. Porque é aí que se joga o essencial: os custos anexos podem agravar a conta em mais 15 a 20%.
A palavra «quinta» não tem qualquer definição em termos de preço: tanto abrange um solar a 3 000 € como um palácio a 15 000 €.
Dois preços idênticos podem cobrir realidades opostas: paredes nuas de um lado, mobiliário, loiça, pessoal e alojamento do outro.
As verdadeiras alavancas de preço, por ordem: a época e o dia da semana, a distância a uma grande cidade e só depois a negociação.
Taxa de rolha, avença de energia, limpeza, horas suplementares, caução, seguro: seis linhas que quase nunca constam do folheto.
Um em cada dois casais que regista um projeto na Planners aponta para um orçamento total de 3 000 a 10 000 € (45,1%, n = 617), ou seja, uma verba «espaço» de 450 a 2 000 €: o palácio não é o cenário por omissão.
Em resumo: quanto custa um wedding planner em 2027?
Conte 1 750 € em média para uma coordenação do dia do casamento, 2 500 € para uma organização parcial e 4 250 € para uma organização completa. Estes montantes vêm do estudo Planners.fr realizado junto de 125 wedding planners em atividade em França: são preços agregados, não a tabela de um profissional isolado. Na Île-de-France, acrescente cerca de 35%. Já um casamento de inverno negoceia-se, em média, 15% mais barato.
Coordenação do dia do casamento: 1 300 a 3 050 €, média de 1 750 € (n=77)
Organização parcial (cerca de 6 meses): 1 500 a 4 700 €, média de 2 500 € (n=45)
Organização completa (12 a 18 meses): 3 050 a 6 050 €, média de 4 250 € (n=88)
Île-de-France: +35%, ou seja, 5 000 a 7 000 € para uma organização completa
Época: −15% no inverno, o único verdadeiro desconto do calendário
737 wedding planners em atividade estão referenciados na Planners
Procurar o preço de um organizador de casamentos no Google é cair numa sucessão de páginas que exibem, cada uma, a sua própria tabela. Boa parte dos primeiros resultados são wedding planners que publicam os seus próprios preços: números honestos, mas uma amostra de um. Junte-lhe um palácio, uma empresa de aluguer de material e portais que repetem a mesma regra dos «8 a 15% do orçamento» sem nunca dizerem de onde vem — quando não copiam os nossos próprios números —, e obtém tudo e o seu contrário. Por outras palavras: nada de aproveitável.
Este artigo pega no problema pelo lado contrário. Os intervalos que se seguem vêm de um inquérito realizado junto de 125 wedding planners franceses, cruzado com aquilo que declaram os casais que registam um projeto na Planners: preço por fórmula, âmbito real de cada serviço, efeito da região e da época do ano, modo de faturação e as cinco linhas a verificar numa proposta.
Em resumo: quanto tempo é preciso para organizar um casamento?
Os casais franceses começam realmente a organizar o casamento 13 meses antes do grande dia. É a mediana observada em 1 408 projetos de casamento registados na Planners (dados Planners, agosto de 2026), e não os «18 meses» que a maioria dos calendários online repete. Este desfasamento muda tudo: se está a 10 ou 11 meses do grande dia, não está atrasado, está dentro da norma. Em contrapartida, há três decisões que não se recuperam — o espaço, o catering e a data — e são essas que têm de ser tomadas primeiro.
Prazo real observado: mediana de 13,1 meses antes do casamento (n = 1 408 projetos).
58% dos casais arrancam com 12 meses ou mais; 16% com menos de 6 meses — um casamento também se prepara em 4 meses.
As 3 reservas estruturantes: espaço, catering, fotógrafo. Todo o resto se ajusta.
O único prazo verdadeiramente incompressível é legal: em França, a publicação dos proclamas dura 10 dias (service-public.gouv.fr).
737 wedding planners em atividade estão referenciados na Planners, caso prefira delegar este calendário.
O cronograma completo, mês a mês, está resumido num quadro no final do artigo.
Um cronograma de casamento é um calendário lido ao contrário: parte-se da data do casamento e recua-se no tempo para colocar cada decisão no momento em que deve ser tomada. O exercício parece escolar, mas resolve o único verdadeiro problema da organização de um casamento: certas decisões bloqueiam outras. Não pode escolher o catering antes do espaço, nem a planta das mesas antes das respostas ao convite.
O problema dos calendários que se encontram online é que são todos iguais, todos genéricos, e nenhum assenta naquilo que os casais fazem realmente. Por isso começámos por olhar para os nossos próprios dados antes de escrever uma única linha deste calendário.
Em resumo: que orçamento prever para um casamento em 2027?
Não existe um «orçamento médio» fiável para um casamento em França: as quatro principais fontes do mercado anunciam entre 13 500 € e 19 293 €, ou seja, 43% de diferença, porque não medem a mesma coisa. O único cálculo que se aguenta consiste em separar aquilo que não depende do número de convidados (trajes, fotografia, música: 4 000 a 11 000 €) daquilo que depende diretamente (80 a 150 € por pessoa). Com este método, um casamento de 100 convidados situa-se entre 12 000 e 26 000 € consoante as opções — e este intervalo reproduz fielmente as médias publicadas.
O orçamento depende antes de mais do número de convidados: é a única variável que atua sobre quase todas as rubricas ao mesmo tempo.
A receção (espaço + catering) representa metade a 60% do total. Todo o resto negoceia-se à margem.
Seis rubricas regularmente esquecidas acrescentam 15 a 20% à fatura final: horas suplementares, reposição do espaço, alojamento, gorjetas, acessórios, brunch do dia seguinte.
Entre os casais que registam um projeto na Planners, 45,1% anunciam um orçamento total de 3 000 a 10 000 € e 21,6% menos de 3 000 € (n = 617): o casamento com orçamento reduzido é a norma, não a exceção.
Um wedding planner custa, em média, desde 1 750 € para uma coordenação do dia até 4 250 € para uma organização completa (estudo Planners.fr 2024, n = 125). A Planners tem 737 wedding planners em atividade no seu diretório.
Quer o número correspondente à sua configuração em vez de uma média nacional? O nosso simulador de orçamento de casamento devolve-lhe um intervalo em dois minutos, a partir da sua região, do seu número de convidados e das suas prioridades.
O buffet é a fórmula mais flexível para a refeição de casamento: cada convidado compõe o seu prato conforme o gosto, a dieta e o apetite. Existem quatro grandes formatos — o buffet frio ao estilo de aperitivo-jantar, o buffet servido e comido à mesa, o buffet quente (ideal no inverno) e o buffet de sobremesas (peças individuais ou fonte de chocolate). Quanto ao orçamento, conte com cerca de 35 a 70 € por pessoa para uma fórmula de porto de honra mais buffet, serviço incluído — valores indicativos, apurados no mercado francês, que deve confirmar junto dos serviços de catering da sua região.
O mais comum: o buffet frio ao estilo de aperitivo-jantar, variado e convivial.
O mais confortável: o buffet comido à mesa, que mantém os lugares sentados.
Para um casamento de inverno: o buffet quente.
O imprescindível ao fim da noite: o buffet de sobremesas, com doces individuais práticos e fonte de chocolate.
Está a meio da organização do dia mais bonito da sua vida?
Cada detalhe conta e merece toda a sua atenção.
Entre as etapas a não esquecer na preparação deste dia estão o porto de honra, a primeira dança e, claro, a refeição.
Se há quem opte por uma refeição servida à mesa, muitos preferem os formatos de buffet: uma alternativa de sucesso, que conquistou um grande número de recém-casados.
No entanto, quando não se está familiarizado com o conceito, montar um buffet pode parecer complicado.
Neste artigo apresentamos as nossas ideias e conselhos para um buffet que vai deliciar os seus convidados.
O buffet de casamento: a refeição que conquista
Organizar uma refeição para uma dezena — ou uma centena — de convidados pode ser uma verdadeira dor de cabeça.
Entre as diferentes dietas e as preferências pessoais, nem sempre é fácil encontrar a ementa que agrade a toda a gente.
Alternativa ideal, o buffet permite apresentar uma escolha muito variada, para que família e amigos possam desfrutar de uma boa refeição.
Além da variedade, o buffet permite também que cada um coma conforme a sua fome. Ao contrário da ementa única, em que cada convidado recebe uma porção cuja quantidade nem sempre pode escolher — sobretudo nos casamentos com uma só ementa —, o buffet deixa cada um servir-se a seu gosto.
Por fim, se o buffet continua a convencer tantos noivos, é também pelo lado económico. Comparado com a ementa única servida à mesa, costuma sair mais barato, um critério que pesa bastante tendo em conta o orçamento que um evento destes implica.
Aposte num buffet frio de aperitivo-jantar
Quando se opta por um buffet frio, solução escolhida por muitos noivos, abrem-se imensas possibilidades.
Para quem gosta de cuidar dos pormenores, é possível harmonizar o buffet com o tema do evento.
Escolheu um tema campestre?
Sirva petiscos com cogumelos e outros legumes que se prestem à temática.
Um aperitivo-jantar com petiscos
A ementa do buffet frio pode incluir uma grande variedade de peças, de forma a responder ao gosto de cada um.
Entre as receitas de sucesso encontrará: espetadas de tomate e mozzarela, tostas de salmão, bolinhos de queijo, copinhos de camarão, patés, folhados e bons enchidos.
Ao propor um conjunto variado de ideias, cada convidado encontra o que lhe agrada e delicia-se com aquilo que mais lhe apetece.
Um buffet comido à mesa
Dentro do buffet frio, há várias hipóteses.
Os convidados tanto podem servir-se e comer de pé, mantendo a conversa e a circulação pela sala, como pode haver refeição sentada à mesa.
Neste caso, é habitual chamar as mesas uma a uma para se servirem.
Aqui, o buffet frio pode incluir pratos mais substanciais para completar os petiscos, como saladas ou carnes frias (rosbife, presunto e outros enchidos).
Um buffet quente: ideal para casamentos de inverno
Se o buffet frio é a alternativa preferida de muitos casais, também pode ser servido quente.
Este tipo de refeição pode incluir pratos quentes, seja em porções individuais, que permitem maior variedade, seja em travessas maiores para partilhar entre os convidados.
Regra geral, os buffets de cozinha quente são preferidos para as datas de casamento de inverno.
Com uma escolha de pratos quentes, que trazem o conforto de casa apesar das temperaturas baixas, os seus convidados ficarão encantados.
Nesse caso, o habitual é servirem-se ao buffet e voltarem à mesa para comer, mais bem instalados.
Tanto no buffet frio como no quente, não se esqueça do pão, que acompanha tudo na perfeição.
Tanto para os pratos como para o queijo (de cabra, de ovelha ou de vaca), pode variar os tipos de pão, propondo pão de nozes, de cereais ou até broa.
Apresente as sobremesas em buffet
Tratada a refeição principal, é hora da sobremesa.
Quer distinguir-se do elegante mas clássico bolo de noiva em andares?
O seu serviço de catering pode propor-lhe também uma alternativa doce para o buffet, com a qual poderá apresentar várias sobremesas.
Tal como na versão salgada, isso permite agradar a todos os convidados, com um toque doce à medida das preferências de cada um.
Para isso, há várias opções.
As sobremesas individuais: prático e eficaz
Para continuar a servir sobremesa em formato de bolo, pode compor o buffet com vários doces diferentes, de modo a que os convidados escolham os que preferem.
Mini tartes de fruta, bolinhos individuais, profiteroles, taças de mousse de fruta ou de chocolate, fatias individuais à escolha… e, claro, uns pastéis de nata.
Há para todos os gostos.
A fonte de chocolate: receita garantida
Se considerarmos que um buffet é uma mesa guarnecida onde se apresentam as iguarias de uma receção, então é perfeitamente possível instalar nela uma fonte de chocolate, na qual se podem mergulhar frutas ou marshmallows.
Buffet de casamento: cuide da decoração
Além de delicioso, o buffet oferece-lhe também muitas possibilidades de decoração.
Poderá decorá-lo de acordo com o tema da festa, para que os convidados encham os olhos antes de encherem o estômago.
Regra geral, convém que a decoração do buffet acompanhe a da sala da receção: essa harmonia não deixa nada ao acaso.
Ao prever cada detalhe da sua festa de casamento, terá a certeza de surpreender convidados que não vão esquecer o dia tão cedo.
Em resumo: que orçamento para uma despedida de solteira?
Uma despedida de solteira custa de menos de 100 € a mais de 300 € por pessoa, consoante o formato: atividades «faça você mesmo» perto de casa para os orçamentos mais apertados, um dia ou uma noite completa entre 100 e 300 €, um fim de semana ou uma viagem para os orçamentos maiores. Há quatro rubricas a contar desde o início: o transporte, o alojamento, as refeições e os acessórios (decoração, roupa personalizada) — sem esquecer que a parte da futura noiva é tradicionalmente dividida entre as convidadas. Todos os valores são indicativos, apurados no mercado francês, e devem ser confirmados junto dos fornecedores da sua região.
Menos de 100 € por pessoa: atividades caseiras, ateliê em casa, festa organizada por vocês.
De 100 a 300 € por pessoa: um dia e uma noite de atividades, ou até um fim de semana bem pensado.
Mais de 300 € por pessoa: fim de semana completo ou viagem, com atividades premium.
Regra de ouro: definir o orçamento ANTES de escolher as atividades, ouvindo todas as participantes.
A despedida de solteira é hoje uma etapa quase obrigatória no percurso da futura noiva e, convenhamos, a bride-to-be conta com isso.
Enquanto madrinha, carregamos o peso do mundo aos ombros (nada menos do que isso).
O objetivo: que ela viva um momento inesquecível antes de dar o passo. Só que organizar uma despedida de solteira revela-se um verdadeiro quebra-cabeças, que às vezes sonhamos secretamente passar a outra pessoa, não sem uma ponta de vergonha.
É que há muitos elementos a ter em conta: o número de convidadas, a escolha de uma data que sirva ao maior número possível e, sobretudo, o ORÇAMENTO.
Pois é, não temos todas a mesma carteira, e a primeira pergunta a fazer é: quanto está cada uma disposta a investir neste momento?
Foco nas despesas:
Que despesas há a considerar na organização de uma despedida de solteira?
O transporte
O alojamento
As refeições
Os acessórios (decoração, roupa personalizada, disfarces…)
🚨 Em todos os nossos cálculos, entra evidentemente a divisão dos custos das várias atividades da futura noiva.
Ultrapassada esta etapa, resta escolher entre a infinidade de atividades possíveis, em função do orçamento.
1. Uma despedida de solteira por menos de 100 € por pessoa
O que faz disparar a fatura é sobretudo o alojamento e o transporte, se decidirmos ir para longe e as convidadas estiverem espalhadas pelo país, sem hipótese de boleia partilhada.
Por isso, para uma despedida de solteira mais em conta, podemos optar por nos juntarmos só durante um dia, sem dormida, ou por ficarmos em casa de uma das participantes, para limitar as despesas.
Apostar no «faça você mesmo»
Consoante o perfil e os desejos da futura noiva, e a região onde estamos, há imensas atividades disponíveis: basta um pouco de imaginação.
Podemos também combinar as roupas (por exemplo, calças de ganga e t-shirt branca para a versão mais clássica, com um acessório igual para todas).
Prevemos ainda um pequeno orçamento para a decoração do espaço (balões, confettis, etc.).
E não nos esquecemos de tirar fotografias: uma Polaroid ou uma máquina descartável são a melhor escolha, porque permitem revelá-las rapidamente e deixar uma bonita recordação à futura noiva. Um álbum de scrapbooking completa a prenda.
Exemplo de um dia-tipo de despedida de solteira por menos de 100 €:
De manhã
Podemos recebê-la com um brunch caseiro, um momento simples e barato que nos permite juntarmo-nos com calma antes de abrir as hostilidades: bebidas quentes, folhados, mas também tartes, bolos e cocktails caseiros. Cada uma pode meter mãos à obra sem dar cabo da carteira. (Orçamento estimado: 10 a 20 € por pessoa)
A seguir, é hora das atividades do dia.
À tarde
Se a noiva sonha com um momento de mimo entre amigas, nada como organizar um spa caseiro.
No programa: tratamentos de rosto, manicura… com o espaço arranjado para criar um ambiente acolhedor. Ela vai adorar. (Orçamento estimado: entre 10 e 15 € por pessoa)
Para as mais criativas, é hora de dar largas à imaginação. Com algum material, lançamo-nos na criação de velas, decoração ou coroas de flores caseiras, que podemos usar, por exemplo, no dia do casamento (os kits para fazer em casa encontram-se facilmente na internet). (Orçamento estimado: 15 a 20 € por pessoa)
Para as mais desportivas, e consoante a estação e a região, podemos optar por uma caminhada com pausa para o lanche. O percurso deve ser bem preparado com antecedência. (Orçamento estimado: 10 € por pessoa para o lanche)
Para as que gostam de enigmas, nada como a intemporal caça ao tesouro: um percurso preparado de antemão, semeado de enigmas em sítios estratégicos.
Em cada etapa, um envelope com a pista para a etapa seguinte ou um desafio a cumprir. Uma atividade que pode ser 100% gratuita e que resulta sempre, desde que esteja bem montada. (Orçamento estimado: gratuito)
Resta a clássica e kitsch tarde de desafios. Também aqui só precisamos das pernas para dar a volta à cidade em busca de vítimas para provas e desafios de todo o tipo.
A única despesa a contar é o disfarce que vai ser imposto à noiva.
E não nos esquecemos de tirar fotografias: pode servir de meio de pressão nos próximos dez anos 😀. (Orçamento estimado para o disfarce da futura noiva: 10 a 15 € por pessoa)
À noite
De volta ao nosso quartel-general, preparamos um bom aperitivo para nos prepararmos para a noite, com uns jogos ou um quiz para animar.
PS, para as madrinhas sem inspiração: há à venda na internet vários conjuntos de jogos de despedida de solteira prontos a imprimir.
Depois, há várias possibilidades:
Podemos fazer uma aula de cozinha versão Masterchef, se não formos muitas, para cozinhar o jantar.
Seguimos as festividades com uma festa temática, do género «anos 90»: é preciso prever uma roupa à altura do tema, preparar uma boa playlist e arranjar a pista de dança para entrar mesmo no ambiente.
Em alternativa, podemos preferir a ronda dos bares ou juntarmo-nos aos rapazes para uma noite em conjunto, se as duas despedidas calharem no mesmo fim de semana. A não esquecer: é preciso prever orçamento para as nossas bebidas e para as da noiva.
Por fim, podemos escolher a festa de pijama, um clássico das despedidas de solteira para uma noite divertida entre amigas. Noite de jogos, cocktails, karaoke, quiz musical… é só escolher. (Orçamento estimado para a noite, sem contar consumos pessoais: 20 a 30 € por pessoa)
ORÇAMENTO DESPEDIDA DE SOLTEIRA dia + noite
Por pessoa
Transporte
A definir
Alojamento
–
Refeições/bebidas
Entre 20 e 50 €
Atividades
Entre 10 e 20 €
Acessórios e decoração
Entre 5 e 10 €
Recordação para a futura noiva
Entre 5 e 10 €
Total
Entre 40 e 90 €
2. Uma despedida de solteira entre 100 e 300 euros por pessoa
Com este orçamento há muito por onde escolher, e temos até o luxo de poder prolongar a despedida de solteira por um fim de semana inteiro.
Comecemos pela roupa: porque não vestir uma t-shirt ou um acessório personalizado, para criar uma bonita harmonia entre amigas? (Orçamento estimado para roupa personalizada e acessórios: entre 20 e 35 € por pessoa)
Depois, consoante a disponibilidade de cada uma, escolhemos entre duas opções:
A despedida de solteira num dia e uma noite
A despedida de solteira num fim de semana
Despedida de solteira num dia/noite por menos de 300 €
Com este envelope na mão, não há dúvidas de que vamos poder dar-nos ao luxo de escolher.
Se a despedida de solteira decorre num único dia, mais vale começar cedo.
Raptamos a futura noiva e oferecemos-lhe um pequeno-almoço à altura. Consoante a região, é só escolher na longa lista de restaurantes com brunch. Para um brunch para levar, em modo piquenique, podemos preferir os tabuleiros já compostos, a reservar com antecedência e a levantar ou receber no próprio dia. (Orçamento estimado: entre 20 e 30 € por pessoa)
Começamos com a primeira atividade, a escolher consoante os gostos da futura noiva:
Um spa: podemos oferecer-lhe um acesso de uma ou duas horas com piscina, sauna, banho turco… nada melhor para relaxar e ficarmos frescas e disponíveis para o resto do dia. (Orçamento estimado para o acesso a um spa: entre 30 e 50 € por pessoa)
Nota: vale a pena pensar nos spas de hotel, que costumam ter serviços complementares, ou aproveitar para tomar um cocktail no bar a seguir 🙂.
Uma aula de ioga, de pole dance ou de burlesco: uma forma ideal de passar um bom momento com a futura noiva.
Aqui, podemos escolher entre uma aula em casa ou uma sala reservada só para nós. (Orçamento estimado para uma aula de ioga, de pole dance ou de burlesco: entre 15 e 40 € por pessoa)
Uma escape room: para as mais cerebrais ou viciadas em desafios, a escape room é a atividade ideal. Não sendo demasiado longa, é possível encaixá-la de manhã, logo a seguir ao brunch.
As escape rooms multiplicam-se em todas as cidades, com temas e níveis de dificuldade adaptáveis às convidadas. (Orçamento estimado para uma escape room: 20 a 30 € por pessoa)
Para as mais aventureiras, karting, parque de trampolins, escalada em bloco, laser tag… (Orçamento estimado para o karting: 25 a 30 € por pessoa)
Para a refeição, pensamos num almoço mais leve ou num piquenique, se o tempo ajudar. (Orçamento estimado para a refeição: entre 15 e 30 € por pessoa)
Seguimos com a atividade da tarde:
Uma sessão fotográfica: aproveitamos as roupas combinadas e eternizamos este dia com um fotógrafo profissional. Há muitos especializados neste tipo de eventos, que conhecem os melhores sítios e têm as melhores ideias para nos dar fotografias dignas desse nome. Alguns levam até acessórios para dar mais graça ao resultado. (Orçamento estimado: entre 25 e 40 € por pessoa)
Um ateliê de fabrico de joias: porque não criarmos uma peça que possamos usar todas no grande dia? (Orçamento estimado: entre 60 e 70 € por pessoa)
Arborismo ou paintball: testamos os nossos limites e o espírito de equipa com atividades ao ar livre, se o tempo e a estação o permitirem. Atenção, só, a não estropiar a futura noiva. (Orçamento estimado: entre 20 e 30 € por pessoa)
Podemos acompanhar uma caça ao tesouro pela cidade com um passeio de segway ou de trotinete elétrica. (Orçamento estimado: entre 30 e 40 € por pessoa)
Podemos ainda ter uma aula de teatro: acompanhadas por um ator profissional, metemo-nos na pele dos grandes atores durante umas horas. (Orçamento estimado: entre 30 e 50 € por pessoa)
E chega a noite
Arranjamo-nos todas juntas e aproveitamos a reta final consoante a vontade de cada uma:
Um bom restaurante seguido de karaoke.
Um bar de tapas, antes de prolongar a noite na discoteca.
Um jantar seguido de um espetáculo de striptease. (Orçamento estimado para a noite: entre 40 e 80 € por pessoa)
ORÇAMENTO DESPEDIDA DE SOLTEIRA entre 100 e 300 € (1 dia)
Por pessoa
Transporte
A definir
Alojamento
–
Refeições/bebidas
Entre 75 e 140 €
Atividades
Entre 35 e 120 €
Acessórios e decoração
Entre 20 e 35 €
Total
Entre 130 e 295 €
Despedida de solteira num fim de semana por menos de 300 €
Aproveitar um fim de semana de despedida de solteira com orçamento reduzido é perfeitamente possível, desde que nos organizemos bem.
Neste caso, são os transportes e o alojamento que representam a maior fatia do orçamento.
Assim, ou privilegiamos o destino, e então convém ver o preço dos bilhetes de avião para capitais europeias como Barcelona, Praga ou Budapeste.
Se já temos a data mas não temos ideias para o destino, os comparadores de voos costumam permitir procurar a partir da data e ver para onde se voa mais barato. (Orçamento estimado para uma viagem ao estrangeiro: entre 55 e 120 €)
Se preferirmos um sítio bonito ou fora do comum para nos juntarmos todas, apostamos tudo no arrendamento de férias entre particulares. (Orçamento estimado para uma casa com graça: 50 a 90 € por noite)
Depois de decididos o destino e o local do fim de semana, resta adaptar o resto do envelope às outras despesas: preferimos os almoços rápidos ou os banquetes caseiros, e aproveitamos as ideias do dia de despedida de solteira por menos de 100 €.
Claro que, se estivermos no estrangeiro, aproveitamos para percorrer a cidade e organizar o máximo de atividades ao ar livre.
3. Uma despedida de solteira com orçamento grande
Mais rara e, em geral, com menos participantes, a despedida de solteira com um orçamento acima de 400 € promete belas propostas de experiências, umas mais únicas do que as outras: as possibilidades são ainda mais numerosas, tanto no alojamento como nas atividades.
O destino e o alojamento
Com um orçamento XL, podemos apostar forte no destino ou no alojamento.
Como o número de dias é quase sempre limitado, mesmo que nos organizemos para um fim de semana prolongado, a duração da viagem acaba por restringir um pouco o campo de possibilidades.
De resto, podemos apostar sem problemas num sítio fora do comum, no país ou lá fora.
Se organizarmos uma despedida de solteira no inverno, nada como uns dias numa bonita casa na serra, por exemplo, que nos dará uma mudança de ares total.
Podemos também alugar uma quinta ou um palacete. Pois é, e não está reservado apenas à nata da nata: cada vez mais quintas se orientam para estadias chave na mão e tratam até da gestão das atividades.
Por fim, se preferirmos a aventura, podemos alugar uma autocaravana e percorrer as estradas durante um fim de semana de loucos.
As atividades
Encontrámos algumas ideias para um orçamento de atividades mais generoso:
Uma aula de cozinha ou de pastelaria com grandes chefes. (Orçamento estimado para uma aula de cozinha: entre 80 e 120 € por pessoa)
Quem nunca sonhou gravar o seu single, como uma grande estrela? Hoje é possível, e podemos até cantar em grupo. Uma atividade que junta a brincadeira a uma bonita recordação, já que saímos de lá com o futuro êxito no bolso.
Se quisermos proporcionar à nossa amiga uma experiência das mais sensacionais, damos-lhe o grande salto: nada como um salto de paraquedas ou um voo de balão de ar quente.
Fica ao critério das mais audazes juntarem-se à aventura. (Orçamento estimado para um salto de paraquedas: 350 € por pessoa)
Gravar um videoclipe ou contar com um videógrafo para eternizar os melhores momentos do dia: uma excelente ideia para oferecer à futura noiva. (Orçamento estimado para um videógrafo freelance: sob orçamento)
As refeições
Para um jantar de despedida de solteira, porque não fazer diferente?
Em vez de um restaurante clássico, e sobretudo se tivermos um espaço que se preste a isso, podemos receber um chef em casa para um jantar digno de estrela Michelin. (Orçamento estimado para uma ementa gastronómica: entre 80 e 160 € por pessoa)
Se estivermos numa grande cidade, podemos experimentar o conceito do autocarro panorâmico com jantar a bordo, que junta a visita turística à refeição gastronómica e existe em várias capitais europeias. (Orçamento estimado para um jantar: entre 120 e 150 € por pessoa)
Podemos ainda jogar a fundo a carta da personalização, até ao prato.
Cupcakes coloridos, bolachas em forma de anel, de coração e outras fantasias mais atrevidas.
A noite
Podemos escolher entre sair para um sítio selecto ou para um bar com música, de limusina.
Ou então trazer a festa até nós: contratamos os serviços de um stripper, de um mágico ou de um mentalista… e tudo isso em casa. (Orçamento estimado: sob orçamento)
E, sobretudo, não nos esquecemos do orçamento para a decoração e para a prenda de recordação da noiva.
Precisa de ajuda para organizar a despedida de solteira perfeita?
Estamos de acordo em que, com este artigo, já vai conseguir desenrascar-se muito bem e organizar uma excelente despedida de solteira.
Mas, se quiser preparar à futura noiva uma despedida de solteira perfeita, dê um salto ao Planners e contacte uma wedding planner da sua região, que poderá acompanhá-la, ajudá-la e até negociar os preços por si.
Sim, é possível voltar a casar — inclusive com a mesma pessoa. Se está divorciado, voltar a casar com o ex-cônjuge é um casamento civil completo, com as mesmas formalidades do primeiro. Se continua casado com essa pessoa, fala-se antes em renovação de votos: uma cerimónia simbólica, sem qualquer diligência no registo civil. Depois de um divórcio, cada um pode também casar com outra pessoa assim que a decisão de divórcio for definitiva — confirme as condições e os documentos exigidos junto do registo civil.
Voltar a casar com o ex-marido ou a ex-mulher: é possível, e trata-se de um casamento civil completo.
Casar de novo com a mesma pessoa sem ter havido divórcio: é uma renovação de votos, simbólica e totalmente livre no formato.
Casar com outra pessoa depois de um divórcio: possível assim que o divórcio for definitivo.
Ter acompanhamento: estão referenciados no Planners 737 wedding planners em atividade (dados de agosto de 2026).
O casamento é uma viagem, uma aventura maravilhosa a dois que começa com um «sim» cheio de amor, de promessas e de compromissos.
Por vezes, quando não corre como esperado, a vida oferece-nos uma segunda oportunidade, a hipótese de recomeçar essa bonita aventura. É aí que entra em cena o segundo casamento, para dar um novo significado a uma união feita de experiência e de maturidade.
Então, porquê dizer «sim» uma segunda vez?
O Planners explora as razões inspiradoras que fazem de um novo casamento um ato de amor, de renovação e de confiança, uma celebração do amor que perdura e se reinventa.
Seja com a mesma pessoa, seja com outra.
Voltar a casar: vale a pena dar o passo?
Não há uma regra absoluta quanto a voltar a casar. Tal como no amor, cada um é livre de viver a sua vida como quiser e como sentir.
Por isso, não podemos responder a esta pergunta de forma objetiva.
Porquê? Porque, no fim de contas, a resposta está dentro de si.
O conselho que lhe podemos dar é que faça as perguntas certas.
Tenho vontade de voltar a casar?
É só para agradar à outra pessoa?
Um novo casamento vai trazer alguma coisa à minha relação atual?
Porque me passou pela cabeça a ideia de voltar a casar?
Quais seriam as consequências de um novo casamento?
Depende também de com quem tenciona casar.
Porque voltar a casar não significa necessariamente casar com uma segunda pessoa.
Pode ser casar pela segunda vez com a mesma pessoa.
É a isso que se chama renovar os votos.
Porque é que voltar a casar se tornou mais comum: a evolução da sociedade
Se compararmos com os costumes antigos, percebemos que voltar a casar não era coisa comum há algumas décadas.
Casar de novo depois de um divórcio era complicado e mal visto.
O próprio divórcio era muito pouco tolerado. Felizmente, as coisas evoluem.
As expectativas e as prioridades de cada um
O facto de voltar a casar se ter tornado mais comum reflete em grande parte a evolução das expectativas e das prioridades de cada um dentro da nossa sociedade.
Antigamente, o casamento era muitas vezes visto como um compromisso para toda a vida, mesmo em situações difíceis.
É essa, aliás, a própria essência do casamento: apoiarem-se em todas as circunstâncias.
É ao amor, mas também para o melhor e para o pior, que se diz «sim».
Hoje, no entanto, as pessoas estão mais disponíveis para dar prioridade à sua própria felicidade e realização pessoal. Estão mais abertas à ideia de voltar a casar se a primeira relação deixou de responder às suas necessidades ou aspirações.
Não estamos aqui para julgar nem para dizer se é bem ou mal.
Ainda que, nos dias de hoje, haja quem tenha tendência para mandar tudo abaixo antes de tentar reparar.
Mas isso é outra conversa.
Voltar a casar é, portanto, uma solução muito mais comum e mais viável hoje em dia.
A redefinição das relações familiares
As relações familiares também evoluíram, o que contribuiu para a popularidade crescente do segundo casamento.
As famílias recompostas tornaram-se bem mais frequentes e muitas pessoas estão mais abertas à ideia de criar novas dinâmicas familiares.
Voltar a casar oferece a possibilidade de reunir duas famílias, reforçar os laços entre os seus membros e construir uma estrutura familiar sólida quando um casal, com filhos de cada lado, quer formar uma família unida.
A evolução das expectativas profissionais
As aspirações profissionais mudaram ao longo do tempo. E isso tem um impacto significativo nas relações e no segundo casamento.
Hoje, muitas pessoas dedicam mais tempo à carreira e ao desenvolvimento pessoal do que à perspetiva de constituir família.
Em consequência, casam mais tarde, muitas vezes depois de várias experiências de vida e de relações anteriores.
Essa maturidade acrescida pode influenciar a vontade de voltar a casar, com expectativas e prioridades diferentes.
A «desestigmatização» do divórcio
Falemos de casamento e de segundos casamentos, mas falemos também de divórcio.
Como explicámos acima, o divórcio era antes muito mal visto na nossa sociedade. Pela família, pelos colegas ou pelos amigos.
Felizmente, o estigma social associado ao divórcio foi-se atenuando.
Hoje, a sociedade é mais compreensiva com os casais que se separam e escolhem refazer a vida. Esta maior aceitação do divórcio tornou o segundo casamento mais acessível e menos tabu.
Os apaixonados já não têm de carregar o peso do julgamento social, o que os incentiva a considerar um novo casamento e a passar à ação.
A evolução dos papéis
Adeus patriarcado, olá igualdade entre homens e mulheres.
A evolução dos papéis de género desempenha um papel importante na popularidade crescente do segundo casamento.
Mulheres e homens conquistaram maior autonomia financeira e maior independência.
Isso significa que podem tomar decisões sobre a sua vida amorosa e conjugal em função das suas próprias necessidades e desejos, em vez de dependerem de normas tradicionais.
Nós dizemos «sim» à evolução da sociedade.
Voltar a casar, sim, mas com quem?
Quando se fala em voltar a casar, pensamos logo numa nova relação depois de um divórcio.
Mas e a concretização de um amor que dura há anos?
E a bela prova de que uma relação saudável e duradoura existe mesmo?
Voltar a casar com a mesma pessoa
Eis uma celebração magnífica: a de uma união que perdura.
Voltar a casar com a mesma pessoa é um gesto profundamente tocante. Mostra o poder de renovação do amor.
Numa relação que atravessou provas, altos e baixos, escolher dizer «sim» outra vez é uma afirmação do compromisso. Mas também da fé no amor e na sua capacidade de evoluir e de florescer.
Isso transmite várias mensagens à outra pessoa:
«Provo-te que fiz a escolha certa há anos»;
«Mostro-te que continuo a amar-te tanto como antes, talvez até mais»;
«Quando te dizia que eras a mulher (ou o homem) da minha vida, era a sério», etc.
O tempo que passa traz maturidade e evolução pessoal.
As experiências vividas em conjunto, os desafios superados e as lições aprendidas reforçam a ligação entre os dois. Voltar a casar com a mesma pessoa é uma celebração desse crescimento pessoal e conjugal.
É a ocasião para se comprometerem a continuar juntos esta bonita aventura.
Voltar a casar com outra pessoa
Aqui, é mais como uma segunda oportunidade que se quer dar a si próprio.
«Autorizo-me a ser feliz de novo e comprometo-me a reconstruir.»
O amor é inexplicável. O amor não se controla.
Casar pela segunda vez é a prova de que acredita. De que quer uma relação sólida e serena, até ao fim dos seus dias.
Dar-se uma segunda oportunidade é acreditar na felicidade.
As 3 principais razões que levam as pessoas a voltar a casar
Eis as principais razões que fazem de um novo casamento uma bonita opção para os casais apaixonados.
1 – Acreditar na felicidade
Acreditar na felicidade não será uma das coisas mais bonitas que podem mover um ser humano?
Voltar a casar é a prova de que as pessoas querem acreditar na felicidade.
Sobretudo, como dizemos, quando se trata de uma segunda união.
O primeiro casamento falhou por X razões, mas a felicidade existe. Está algures e, quando lhe tocamos com a ponta do dedo (ou seja, quando refazemos a vida com outra pessoa e nos sentimos felizes), dá vontade de agarrá-la e de não a deixar escapar (isto é, de concretizar esse amor e essa união dando o passo do casamento).
Não queremos que essa felicidade nos fuja por entre os dedos.
Voltar a casar representa então uma nova oportunidade para o amor e para a felicidade, apesar das experiências passadas.
Dar esse passo é muitas vezes sinónimo de esperança, de renovação e de acreditar na possibilidade de viver uma história de amor ainda mais bonita.
2 – Querer oficializar uma união
Querer oficializar uma união com um novo casamento é muitas vezes uma demonstração de compromisso para com o parceiro. Mostra que o amor não é estático, mas está em constante evolução.
Prova também que essa pessoa não é simplesmente a «substituta» do ex-marido ou da ex-mulher.
Oficializar esta segunda relação demonstra o quanto acredita nela e o quanto a outra pessoa conta para si.
Voltar a casar é então a solução ideal quando o casal quer partir de bases sólidas e reconstruir uma nova vida a dois.
É também considerado quando ambos têm filhos (na maioria dos casos, ainda pequenos) e querem construir-lhes um ambiente familiar saudável e unido.
3 – Renovar os votos para consolidar o casal
Voltar a casar é também escolhido com o objetivo de renovar os votos.
Querer casar de novo ao fim de vários anos de casamento é muitas vezes uma celebração da história de amor partilhada.
É uma recordação dos momentos preciosos, dos desafios superados e das memórias construídas em conjunto.
É uma declaração de amor e de gratidão à outra pessoa e a esta história única que vivem e construíram.
É a ocasião para fazer uma festa maravilhosa, rodeados da família.
É também um momento mágico e único para os filhos, que veem os pais a celebrar o amor.
E acontece muitas vezes que, ao pensar no seu casamento, se conclui que se gostaria de ter feito as coisas de outra maneira.
Seja por razões de orçamento, seja por razões familiares.
Gostaríamos de não ter tido certas pessoas presentes.
De ter feito mais decoração, de ter tido um vestido mais bonito, etc.
Voltar a casar é a ocasião para reinventar aquele casamento com que sempre sonhou.
Em resumo: casar depois dos 60, o que é preciso saber
Não existe idade máxima para casar: aos 60, aos 70 ou aos 80 anos, as formalidades do casamento civil são exatamente as mesmas que aos 30 — confirme apenas a lista de documentos exigidos junto do registo civil. Há, em contrapartida, três assuntos que merecem atenção antes do grande dia: o regime de bens (para proteger o cônjuge e os filhos de uma união anterior), o impacto que um novo casamento pode ter numa pensão de sobrevivência e o formato da celebração, muitas vezes mais intimista.
Idade: não há limite legal, as condições e as formalidades são as mesmas de qualquer casal.
Património: uma consulta com um notário é fortemente recomendada (regime de bens, sucessão, filhos de uma primeira união).
Pensão de sobrevivência: voltar a casar pode fazer perder certos direitos resultantes de um cônjuge falecido — confirme junto da segurança social ou da entidade que paga a pensão antes de avançar.
Celebração: os casamentos sénior privilegiam muitas vezes um formato intimista, centrado nas pessoas mais próximas; um wedding planner pode tratar de tudo (737 profissionais em atividade referenciados no Planners, agosto de 2026).
O casamento sénior é uma etapa da vida que encarna a beleza do amor em qualquer idade.
Ao contrário dos casamentos de casais jovens, os casamentos sénior trazem uma profundidade e uma riqueza de experiência únicas. Celebram não só o amor, mas também a resiliência, a reinvenção e a possibilidade de um novo começo, mesmo depois de longas décadas de vida.
Neste artigo, o Planners fala-lhe do casamento sénior e dá-lhe os melhores conselhos para que corra bem.
Porquê dizer «sim» depois dos 60?
Está a fazer-se esta pergunta? A resposta parece evidente.
Por amor, claro.
O casamento é visto como o símbolo de um amor incondicional entre duas pessoas. Mas, quando falamos de casamento entre séniores, ele ganha um significado diferente.
Nesta fase da vida, muitos objetivos e projetos já foram cumpridos. Criaram os filhos (se os tiveram), construíram uma casa, tomaram decisões importantes, conheceram sucessos e desilusões. Em suma, já riscaram quase todos os pontos da lista, tanto no plano familiar como no profissional.
Passados os 60 anos, já não é preciso prometer constituir família nem garantir estabilidade financeira, porque isso já faz parte da história de cada um. Os desafios tornam-se menos urgentes e menos pesados.
Tudo se torna muito mais leve. Porque o casamento simboliza sobretudo uma promessa de amor e de felicidade, sem grandes preocupações com o futuro.
Este amor pode surpreender, porque é muitas vezes mais profundo e mais intenso do que se esperava, e a felicidade que o acompanha é ainda mais preciosa.
Tudo indica que as pessoas com mais de 60 anos usam o casamento como uma ocasião para celebrar o seu amor e partilhá-lo com quem lhes é próximo. Seja para renovar os votos, seja para um segundo casamento.
Nesta idade, o casamento torna-se a etapa que dá caráter oficial a uma relação feliz. De facto, passada esta fase, não há normalmente outros acontecimentos maiores — como o nascimento de um filho ou a compra da primeira casa — para oficializar a união. Assim, o casamento passa a ser a forma de mostrar a seriedade e a profundidade da relação e de a partilhar com quem os rodeia.
É uma bonita promessa e uma bonita prova de amor.
Que convites escolher para um casamento sénior?
Faz parte da bela geração dos séniores, vai casar e não sabe bem que convites escolher?
O Planners dá-lhe algumas pistas para enviar esses bonitos cartões para um dos acontecimentos mais importantes da sua vida.
O estilo do convite
O melhor estilo para o seu convite será aquele que reflete a sua verdadeira essência e a sua personalidade, enquanto pessoa e enquanto casal.
Se escolheu um tema específico para este dia memorável, os convites seguirão o mesmo fio condutor.
Hoje, as possibilidades são infinitas: clássico, vintage, retro, contemporâneo, com humor, inspirado nas suas paixões ou nas suas origens, ou ainda com cores em harmonia com o grande dia.
Existem também convites originais, como os convites em papel plantável, que os convidados podem semear.
Dê a estes convites um toque da sua própria personalidade.
O texto do convite
O texto também o deve representar. Os convidados devem reconhecê-lo ao ler o convite.
De um modo geral, procure manter-se simples. Não vale a pena escrever informação a mais. É preferível ir ao essencial e não dispersar.
Quanto à apresentação, faça com que seja relativamente arejada, para que quem o recebe não se atrapalhe a lê-lo. Tudo deve ser claro.
O mesmo se aplica ao tipo de letra. Escolha um que seja legível por todos, em vez de apostar demasiado na originalidade. E pense também no tamanho: não quer que os convidados precisem de uma lupa para ler o convite, pois não?
Eis a informação essencial que deve constar dos convites:
O nome próprio dos noivos (não é obrigatório indicar o apelido);
A data e o local do casamento;
O horário da cerimónia (civil, laica ou religiosa);
O local da receção (com o máximo de indicações possível);
A sua morada no verso do envelope ou no próprio convite;
A data até à qual pretende receber as respostas.
Se não pretende convidar toda a gente para a refeição, considere fazer dois convites distintos.
Porque é o casamento sénior sinónimo de felicidade plena?
A vida a dois dos séniores é capaz de suscitar a admiração de quem tem menos de 35 anos. E talvez até alguma inveja. Porque vivem com muito mais serenidade, têm mais experiência em todos os aspetos e certas etapas importantes da vida já estão cumpridas.
Muito mais livres para viver a vida como entendem, estes casais podem realizar-se ao abrigo dos tumultos do dia a dia e aproveitar cada dia. Não é este o sonho de qualquer casal?
Tal como jovens apaixonados um pouco despreocupados, não têm de se preocupar com o futuro. O que os deixa mais livres para criar projetos que os unem ainda mais.
Dito assim, percebe-se depressa que o casamento sénior é verdadeiramente sinónimo de felicidade. Tudo pode jogar a seu favor: o contexto profissional, o contexto familiar ou o lado financeiro.
Além disso, nesta idade, estes casais têm atrás de si décadas de experiência de vida a dois. Por outras palavras, conhecem profundamente os seus desejos e aquilo que já não querem. Estão também mais bem preparados para gerir os desacordos e, por vezes, até para os antecipar. Paciência, sabedoria, compreensão, comunicação: chaves que já fazem normalmente parte da bagagem.
Importa, no entanto, sublinhar que o casamento entre séniores nem sempre é bem recebido por todos. Pensamos sobretudo em alguns membros da família, em particular nos filhos, que podem mostrar-se reticentes à ideia de ver os pais entrarem numa nova união. É verdade que, por trás da simbologia do casamento, existe também um contrato que estabelece um regime patrimonial.
Mesmo que os cônjuges possam optar por uma separação total de bens, esta cláusula pode por vezes ser fonte de conflitos dentro da família, sobretudo quando existe uma grande diferença entre os patrimónios dos dois. Os filhos tendem a pensar não só no bem-estar do progenitor, mas também (sejamos honestos) na herança.
É preciso, então, comunicar e pôr as cartas na mesa. E tudo correrá bem.
Os conselhos do Planners para um casamento sénior bem conseguido
Eis alguns conselhos que o Planners lhe quer dar para que o seu casamento sénior corra bem.
1 – Viva o seu amor como entender
Embora os costumes vão evoluindo, é verdade que o casamento entre séniores é por vezes mal visto. Pela sociedade, pelos conhecidos, pela família…
Mas o melhor conselho que lhe podemos dar é: viva o seu amor como entender.
Aproveite a vida e a sua felicidade.
Não se preocupe com os outros e viva plenamente esta bonita história.
Siga as suas vontades e case-se com alegria.
2 – Organize o casamento à sua maneira
Quanto à organização do casamento, siga o seu instinto.
Se se sentir um pouco perdido, tem sempre a possibilidade de recorrer a um wedding planner, que tratará de tudo de acordo com os seus desejos e lhe dará conselhos preciosos.
3 – Privilegie a comunicação
Este conselho não vale apenas para os casamentos sénior, mas para todos os casamentos.
É, no fundo, um conselho válido para a vida em geral. Comunicar significa não ficar fechado nos próprios pensamentos. Não remoer. Não agravar situações que, na origem, são muitas vezes simples.
É preciso falar com o outro dos seus problemas, dos seus sentimentos, das suas alegrias e das suas tristezas.
Comunicar dentro de um casal e de uma família é um elemento essencial para um casamento bem conseguido.
4 – Ouça o seu coração
O último conselho que lhe podemos dar é, simplesmente, ouvir o seu coração.
Já atravessou muitas etapas na sua vida.
De certeza que teve de fazer compromissos para que tudo corresse da forma mais serena possível.
E, obrigatoriamente, pôs-se de lado de vez em quando para dar prioridade à felicidade dos outros.
Pense em si. É altura de aproveitar a felicidade.
Viva o seu casamento plenamente, sem se preocupar com o que os outros pensam.
Aprecie cada momento de cumplicidade e de alegria, sem pensar no depois.
A cerimónia do henna é uma festa tradicional celebrada antes do casamento nas culturas mediterrânicas e muçulmanas. As mãos (e muitas vezes os pés) da futura noiva são decoradas com henna por uma tatuadora especializada, a Nekacha, para atrair a Baraka (a bênção), afastar o mau-olhado e simbolizar que o seu coração já está comprometido. Realiza-se normalmente uma semana antes do casamento religioso — por vezes na véspera — em casa dos pais da noiva, rodeada pelas mulheres das duas famílias.
Quando: uma semana antes do casamento ou na noite da véspera, consoante as famílias.
Onde: tradicionalmente em casa dos pais da futura noiva, entre mulheres.
Quem aplica o henna: a Nekacha, depois de duas velas se terem consumido, como manda o ritual.
Significado: proteção, prosperidade e bênção (Baraka) para a união que se aproxima.
Tradição ancestral da cultura mediterrânica e, muito em particular, da cultura muçulmana, a cerimónia do henna mantém ainda hoje um valor forte e profundamente enraizado no imaginário das futuras noivas, apesar da modernização dos casamentos muçulmanos.
Será a cerimónia do henna verdadeiramente diferente nos dias de hoje? Como é que este costume se foi adaptando ao longo dos séculos?
O que é a cerimónia do henna?
Planta simbólica de múltiplas virtudes, o henna está associado a muitas crenças e traria a quem se enfeita com ele proteção, paz e prosperidade.
A palavra tem origem no termo hebraico «Hen», que significa «encontrar graça». Com esta cerimónia de embelezamento das mãos e dos pés, a futura esposa procura obter a Baraka (a bênção) para a sua união. Além disso, ao «tatuar» as mãos e os pés, a noiva afasta a inveja e o mau-olhado.
Diz a simbologia da cerimónia do henna que, depois dela, a jovem esposa encontra graça eterna aos olhos do marido e faz perder a esperança a todos os outros pretendentes, afirmando através dos desenhos que o seu coração já está tomado para sempre.
Como decorre a cerimónia do henna?
Quando e onde se realiza?
É costume organizar esta cerimónia uma semana antes do casamento religioso, embora algumas famílias a façam na véspera, ao final do dia.
A festa decorre em casa dos pais da futura esposa e reúne todas as mulheres que lhe são próximas (familiares e amigas), bem como as mulheres da família do noivo.
As festividades, da tradição à modernização
Segundo a tradição, a noiva fica à parte, noutra divisão, até ao fim da refeição, altura em que se junta finalmente aos convidados.
Hoje em dia, é frequente as futuras esposas acompanharem as festividades desde o início da noite. Refeição, chá, doces tradicionais, música… A cerimónia do henna é atualmente um momento íntimo de partilha com as pessoas mais próximas da noiva.
A aplicação do henna
Segundo o ritual, acendem-se duas velas no início da cerimónia e só quando estas se consomem é que a futura noiva pode receber os desenhos de henna.
É uma Nekacha (tatuadora) que tem a seu cargo aplicar o henna nas mãos e nos pés da futura esposa.
A pasta obtém-se a partir de folhas de henna secas e reduzidas a pó, água e um óleo essencial: usam-se muitas vezes o óleo de rosa ou de flor de laranjeira. O objetivo é chegar a uma pasta lisa e agradável de aplicar.
Antigamente, os motivos desenhados nas mãos estavam carregados de simbolismo; hoje, a estética ocupa um lugar importante e a finura do traço sobrepõe-se por vezes ao seu significado.
Depois de a futura noiva estar decorada com os seus melhores desenhos, a Nekacha pode convidar as restantes mulheres a receberem também os seus.
É geralmente durante o ritual do henna que as convidadas deixam as suas prendas, que a noiva descobrirá depois da aplicação: os elogios à noiva são feitos sob a forma de cânticos e de oferendas.
Que presente oferecer à futura esposa na cerimónia do henna?
Há várias oferendas tradicionais que podem ser levadas pela família ou pelo próprio noivo:
Ovos, símbolo de fecundidade
Açúcar, símbolo de sorte
Água de flor de laranjeira, símbolo de pureza e de fertilidade
Leite e água de rosas, símbolos de pureza
Para as restantes convidadas, a escolha do presente é bastante livre e destina-se sobretudo a agradar à futura esposa: flores, doces, um produto de beleza…
Que trajes tradicionais se usam na cerimónia do henna?
Além dos desenhos de henna que embelezam a noiva, também o traje que ela veste faz parte do imaginário da cerimónia.
Tradicionalmente, a noiva usa um vestido (um cafetã) de cor verde, que representa a cor do henna antes de ser aplicado.
Quanto ao tecido, a futura noiva prefere um material nobre, como o veludo ou a seda. Muitos vestidos têm belos bordados dourados, que acrescentam ainda mais elegância ao conjunto.
Hoje, no entanto, a variação de cores é bastante comum e algumas noivas escolhem outros tons para o tecido, como o azul-turquesa ou o rosa.
Quanto às convidadas, não há regras específicas. Tanto podem usar um traje tradicional, como um cafetã, como uma roupa mais simples com que se sintam à vontade.
O anel não é obrigatório para ficar noivo. Não existe nenhuma regra que imponha uma aliança, e há várias peças que carregam exatamente a mesma promessa. As cinco opções detalhadas neste artigo: a pulseira eterna (soldada ao pulso, sem fecho), a tatuagem a dois (um anel desenhado a tinta no dedo, por exemplo), o pendente gravado (ou uns brincos, ou uns botões de punho), o relógio — ideal para eles, a quem raramente se oferece um anel — e uma boa peça em pele.
A mais simbólica: a pulseira eterna, colocada de uma vez por todas.
A mais comprometida: a tatuagem igual para os dois, indelével.
A mais clássica sem ser um anel: o pendente gravado com as vossas iniciais ou com a data do pedido.
Para ele: relógio ou botões de punho, também para gravar.
Ah, o anel de noivado. A promessa de um compromisso eterno num só círculo de metal.
Todo um símbolo.
Hoje, no entanto, gostaríamos de sugerir algumas alternativas.
Porquê?
Desde logo porque, em 98% dos casos, por muito cuidado que se tenha tido, o tamanho do dedo do outro ficou mal medido. E convenhamos: não poder mostrar o anel aos colegas logo nas primeiras horas (minutos?) é profundamente frustrante.
Depois, porque também se gosta de fugir ao óbvio. Não vamos ao ponto de dizer que o anel de noivado está fora de moda (aliás, dizer que algo está fora de moda é que já saiu de moda). Mas um pouco de originalidade nunca fez mal a ninguém, por isso aqui ficam as nossas alternativas ao anel de noivado.
1. Até ao infinito: a pulseira eterna
Mais do que uma joia, é a promessa de um laço indestrutível. Oferecer uma pulseira eterna à cara-metade — e colocar outra igual no próprio pulso — é garantia de surpreender e de emocionar.
Afinal, o que é uma pulseira eterna? É uma pulseira permanente, simplesmente soldada à volta do pulso, sem qualquer fecho: depois de colocada, já não é possível tirá-la.
Cada vez mais ourivesarias e ateliês independentes fazem estas soldaduras, na loja ou em casa para um pequeno grupo — vale a pena procurar um perto de si.
2. A tinta permanente: a tatuagem
Que há de mais romântico do que uma marca indelével para mostrar ao outro que o traz na pele?
A tatuagem igual para os dois é uma excelente alternativa ao anel de noivado.
E se quiser mesmo assim manter a simbologia do anel e do infinito, porque não tatuar um aro fino à volta do dedo?
3. Gravado para durar: um pendente
Muitas casas de joalharia têm pendentes. A regra é escolher uma peça de qualidade, discreta, que a outra pessoa possa usar com a maior facilidade possível.
Oferecido com ou sem o fio, este presente ganha pela elegância e pela contenção.
Um extra: mandar gravar (a data do pedido, a data do casamento, as iniciais de ambos… seja criativo).
No mesmo espírito, uns bonitos brincos também funcionam muito bem, para usar precisamente no dia do casamento.
E para ele? Já pensou em botões de punho? Devia.
4. Ao ritmo do tempo: um relógio para eles
É costume oferecer um anel de noivado à futura noiva, mas, quando se trata deles, falta quase sempre a ideia. E, no entanto, o relógio é o presente a oferecer ao futuro marido. Representação máxima do tempo que passa, dificilmente haverá simbologia mais forte.
Resta escolher entre uma infinidade de modelos, do mais clássico ao mais urbano, sem esquecer os desportivos. Muitas ourivesarias e relojoarias gravam a caixa por dentro ou por trás.
5. Uma boa peça em pele
A pele é um material forte, resistente, que representa bem o alicerce de um casal feito para durar.
Uma mala, uns sapatos ou uma carteira: um bom acessório em pele é uma bonita alternativa ao anel de noivado. Procure pele de qualidade e uma marca que ofereça reparação — o objetivo, no fundo, é que dure.
Estas são, para nós, as melhores alternativas ao anel de noivado.
Se quiser ir ainda mais longe na originalidade mas lhe faltar inspiração, não hesite em recorrer a uma wedding planner para preparar o pedido de casamento. Ela saberá acompanhá-lo como deve ser, para tornar o momento inesquecível.
Encontre a sua wedding planner perto de si no Planners.
Em resumo: 6 ideias de mensagem em vídeo para um casamento
A mensagem em vídeo é uma das surpresas que mais marca os noivos. Os seis formatos que melhor funcionam, detalhados neste artigo: o marryoke (videoclipe cantado em playback pelos convidados), o making-of do dia, o videobooth (livro de honra filmado durante a receção), a coreografia surpresa, o documentário sobre a história do casal e «a bola de papel» — um vídeo bem-disposto com recados dos mais próximos. Para a maioria destes formatos basta um telemóvel recente; no marryoke ou no documentário, um videógrafo profissional faz toda a diferença.
O mais coletivo: o marryoke, que põe a sala inteira a participar.
O mais simples de organizar: o videobooth, disponível durante toda a noite.
O mais emocionante: o documentário sobre a história dos noivos.
O mais divertido: a bola de papel, com recados e histórias dos mais próximos.
É familiar dos noivos, amigo ou padrinho?
Foi escolhida para dama de honor?
Saiba que não é um convidado qualquer e que tem um papel muito importante a desempenhar no grande dia.
De certeza que já lhe passaram ideias pela cabeça para animar a receção e surpreender o casal no dia da união.
Uma pequena surpresa pode tocá-los profundamente e dar-lhes um enorme prazer.
As nossas wedding planners reuniram uma seleção das melhores ideias de vídeo de casamento para tornar esta receção um momento inesquecível.
Porquê apostar num vídeo de casamento?
Intemporal, este conceito não é de hoje.
O casamento sempre foi um acontecimento importante que os noivos procuram eternizar por todos os meios: dos mais clássicos aos mais inesperados.
O vídeo de casamento é uma excelente forma de guardar fielmente as vozes, as emoções e os rostos da receção.
Hoje, o conceito já não se limita a reproduzir o ambiente da cerimónia.
Muito na moda, a mensagem em vídeo de casamento tanto pode anunciar a ocasião como surpreender os noivos e criar recordações personalizadas: um ambiente com a vossa cara.
Quer aproveitar esta tendência mas não sabe como a concretizar?
Encontra em baixo um resumo dos conselhos das nossas wedding planners.
Ideias de mensagem em vídeo que impressionam
Quer acertar em cheio na sua mensagem em vídeo?
Está no sítio certo.
Inspiração não lhe vai faltar, porque temos imensas ideias originais para fazer o filme ou a montagem dos seus sonhos.
O marryoke: um conceito original e hilariante
Muito em voga sobretudo nos países anglo-saxónicos, esta tendência nasce da contração das palavras «marriage» e «karaoke».
Vinda da Irlanda, começa a seduzir cada vez mais casais portugueses, que cedem a este tipo de animação para marcar bem o grande dia.
O conceito não é mais do que um videoclipe no qual cantam em playback a vossa música preferida.
A encenação faz participar amigos e familiares.
Combinado com cenas inesperadas e divertidas, este vídeo com todos os convidados deixará, sem dúvida, recordações que apetece ver e rever.
Peça ajuda a um videógrafo de casamento para captar bem esta animação.
Assim, guarda estes momentos e pode partilhar o vídeo com quem lhe é próximo.
O making-of do dia: uma montagem para os mais clássicos
Prefere uma opção tradicional e sem riscos de mau gosto?
Recomendamos vivamente o formato making-of do grande dia.
É um dos conceitos mais pedidos. Em geral, os noivos querem recuperar os momentos mais fortes do dia.
Este filme retoma as diferentes fases da jornada.
Muitas vezes, a montagem começa com um paralelo entre os preparativos da noiva e os do noivo.
Depois, pode acompanhar a cerimónia, na conservatória ou na igreja, até à chegada ao espaço da receção.
Simples mas emocionante, este vídeo capta o ambiente do jantar e os primeiros passos na pista de dança.
Os nossos consultores recomendam esta opção aos casais atentos ao pormenor, que querem registar tudo com precisão: emoções, olhares, expressões…
O videobooth: um livro de honra em vídeo
Trata-se da versão moderna do livro de honra.
Tradicionalmente, esse caderno com uma caneta ao lado serve para os convidados deixarem mensagens aos noivos e agradecerem o convite.
Hoje, os videógrafos propõem uma versão mais original do conceito.
Deixam os convidados — um de cada vez — gravar as suas palavras para o casal numa cabina preparada para o efeito.
Depois, todas essas gravações são montadas umas a seguir às outras.
A montagem final reúne assim todas as palavras e emoções que os convidados quiseram exprimir.
A coreografia: dar tudo na pista de dança
É amigo ou familiar dos noivos e quer deixá-los de boca aberta durante a receção?
Recomendamos a coreografia como ideia para o vídeo do casamento. O casal já abriu as festividades com a primeira dança?
Agora é a vez de todos os que lhes são próximos os surpreenderem com um momento forte: dançar ao som da mesma música.
Para se inspirar, saiba que «Happy» costuma ser das preferidas dos convidados.
Em alternativa, pode escolher uma música que lhe recorde momentos vividos com o casal.
Se estiver ainda mais motivado, recomendamos organizar um flash mob.
É uma coreografia lançada por três ou quatro pessoas, à qual se vão juntando, aos poucos, os restantes convidados.
Uma animação destas enche de lágrimas de alegria os olhos do casal.
Sucesso garantido.
Um documentário: uma história de vida… uma história de amor
Precisa de um formato de vídeo mais longo?
Opte pela gravação de um documentário que conte a história de amor dos noivos.
Este vídeo pode durar entre 15 e 30 minutos.
No filme, pode contar a vida de ambos desde a infância até ao dia em que se conheceram.
Recomendamos que reúna fotografias e vídeos desde o nascimento até hoje.
Pode deixar mensagens pessoais no estilo que preferir.
Prefere o humor?
Recorde as histórias engraçadas que guardou em segredo ou caricature os noivos, sempre com boa disposição.
É mais do género terno e emotivo?
Conte as histórias comoventes que uniram o casal e os vossos momentos mais fortes em conjunto.
A bola de papel: uma ideia original que faz a diferença
Vai ser padrinho ou madrinha na festa de casamento?
Pode tomar a iniciativa e oferecer aos noivos um presente diferente de todos os outros.
Só descobrirão a surpresa durante a noite do grande dia.
A ideia é simples.
Cada convidado filma-se a receber uma bola de papel.
Ao desdobrá-la, mostra uma mensagem dirigida aos noivos.
A seguir, volta a amachucar o papel e atira-o na direção da câmara.
Montadas umas a seguir às outras, todas estas sequências dão a impressão de que os convidados vão passando entre si o mesmo pedaço de papel.
Tem agora à sua disposição uma boa escolha de jogos, formatos de mensagem e ideias engenhosas para surpreender quem acabou de dizer «sim». Assim, pode ter a certeza de que vai fazer dois felizes.